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January 2000 - Poruguese PDF Print E-mail


The International Journal of Clinical and Experimental Hypnosis
Volume 48, Number 1 - January 2000 - Poruguese

 

Dificuldade de sugest‹o como um moderador hipotético da relać‹o entre absorć‹o e sugestibilidade : uma nova an‡lise de aparźncia
Irving Kirsch, Leonard S. Milling e Cheryl Burgess

Resumo: Avaliać›es de sugestibilidade e absorć‹o hipn—tica foram realizadas em 146 participantes com a aparźncia de um experimento diferente. Uma an‡lise desta aparźncia foi realizada correlacionando-se a dificuldade individual das sugest›es hipn—ticas com a magnitude da associać‹o entre sugest›es e absorć‹o. Ao contr‡rio do modelo de dois-componentes, a absorć‹o n‹o esteve mais altamente correlacionada com a ultrapassagem de sugest›es mais dif’ceis do que com sugest›es mais f‡ceis. Isto foi confirmado pela meta-an‡lise tanto deste estudo como da aparźncia de outros. Ainda mais, as correlać›es de estudos-cruzados revelaram que a magnitude da associać‹o entre absorć‹o e sugest‹o individual é altamente vari‡vel, tornando o modelo de dois-componentes muito dif’cil de testar. Estes achados indicam que os resultados discrepantes em anteriores an‡lises de aparźncia podem ter sido devidos ˆ baixa fidedignidade de associać›es com itens individuais da escala, bem como com o relativamente baixo nœmero de correlać›es que constituem os recentes dados desta an‡lise.

 

Hipnotizabilidade e o uso do tradicional tratamento Dhami-Jhankri no Nepal
Amitava Biswas, Donna See, Manuela M. Kogon e David Spiegel

Resumo: Este estudo avalia o papel da responsividade hipn—tica na pr‡tica do dhami-jhankri, uma tradicional modalidade de tratamento no Nepal. A capacidade hipn—tica de 248 pacientes masculinos foram avaliadas em uma cl’nica alop‡tica ocidental, em uma cl’nica Ayurvedic (antiga arte de tratamento hindu) , e na pr‡tica dhami-jhankri. A hipnotizabilidade foi avaliada através do Perfil de Induć‹o Hipn—tica (Hypnotic Induction Profile , HIP). Os escores de induć‹o no HIP foram significativamente maiores entre os pacientes dhami-jhankri do que entre os Ayurvedic e os alop‡ticos. Além disso, pacientes que retornaram ao dhami-jhankri foram mais altamente hipnotiz‡veis do que aqueles que pela primeira vez o foram no dhami-jhankri. Ainda mais, a satisfać‹o com o tratamento relatada pelos pacientes dhami-jhankri foi positivamente correlacionada com os escores no HIP. Os autores concluem que o fen™meno hipn—tico, tal como é avaliado no ocidente, pode ser um importante componente no tratamento dhami-jhankri no oriente.

 

Normas italianas para a Escala de Susceptibilidade Hipn—tica de Grupo Harvard, Forma A (Harvard Group Scale of Hypnotic Susceptibility, Form A)
Vilfredo De Pascalis, Paolo Russo e Francesco S, Marucci

Resumo: S‹o apresentadas as normas para a traduć‹o italiana da Escala de Susceptibilidade Hipn—tica de Grupo Harvard, Forma A (HSGHS:A) por Shor e E. Orne (1962). Foram considerados indiv’duos recrutados entre 1986 e 1989, em um total de 376 participantes (297 mulheres e 79 homens). Os dados normativos geralmente foram congruentes com estudos normativos anteriores na distribuić‹o do escore, n’vel de dificuldade dos itens e fidedignidade. As mulheres tiveram um escore de hipnotizabilidade significativamente mais alto e uma maior rapidez de passagem pelos itens do que os homens. Os escores da fidedignidade da adaptać‹o italiana da HGSHS:A foram os mesmos das anteriormente relatadas amostras dinamarquesas e maior que as amostras alem‹, mas menor que as australianas, canadenses e a americana original. Estes resultados sugerem que a vers‹o italiana da HGSHS:A é um eficiente instrumento para avaliać‹o inicial da hipnotizabilidade no contexto italiano.

 

Reatividade cardiovascular durante hipnose e sugestibilidade hipn—tica : trźs estudos da variabilidade da freqŸźncia card’aca
William J. Ray, David Sabsevitz, Vilfredo De Pascalis, Karen Quigley, Deane Aikins e Melissa Tubbs

Resumo: Este trabalho se destina ˆ examinar a relać‹o entre a hipnotizabilidade hipn—tica e as avaliać›es cardiovasculares, especialmente a atividade parassimp‡tica, em trźs estudos distintos. Nestes estudos, a freqŸźncia card’aca, bem como sua variabilidade, n‹o diferiram entre os indiv’duos de alta ou baixa hipnotizabilidade em relać‹o ˆ linha basal inicial. Além disto, no primeiro estudo experimental tarefas institu’das para provocar uma resposta card’aca simp‡tica ou parassimp‡tica demonstraram n‹o haver nenhuma interać‹o com a susceptibilidade hipn—tica. Considerados em conjunto, estes trźs estudos sugerem que a sugestibilidade hipn—tica em si mesma n‹o est‡ associada com os aspectos parassimp‡ticos dos estados card’acos basais ou da resposta card’aca. Ainda mais, a induć‹o hipn—tica por si mesma n‹o influencia diferencialmente a atividade parassimp‡tica nos indiv’duos de alta ou baixa susceptibilidade.

 
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